segunda-feira, 30 de maio de 2016

Amor.

A melhor coisa que tenho sentido ultimamente é a paz de amar tranquila. Conhecer alguém do nada que... só te traz paz e confiança. Além da conexão astrológica de goofismos kkkkk e outras mais importantes. <3 e sem mais.

terça-feira, 17 de maio de 2016

Castração

Duas castrações felinas valem mais que anos de cadernos laqueados com papéis de carta... Obrigada, vida, por se mostrar tão patética.

quinta-feira, 28 de maio de 2015

"Não, não era amor. Não era e nem é nada. Nada é um vazio tão grande que nem sete mãos cheias de vontade de resgate, ou qualquer outra coisa poderiam preencher em uma alma inútil de sentido..." Uma busca tão tola assim me penaliza. Porém o respeito me impede de sentir qualquer coisa nesse momento. Nem isso. Nem aquilo. Não sinto absolutamente nada pelo vazio. Não se enganem que o vazio, o nada, é perceptível até mesmo para as almas mais tolas.... é algo bem óbvio. Eu gosto de ser preenchida pelo mundo, por sensações verdadeiras, entrega e almas apaixonadas, histórias fúteis que me façam rir. Detesto qualquer coisa entediante e vulgar. Principalmente a rotina. Let! Let's drink, please! "

terça-feira, 27 de maio de 2014

Gente, gente demais.

Liberdade é algo pela qual lutamos o tempo todo. De expressão, de estilo de vida e outras liberdades. O preço por ela é tão alto que por incrível que pareça: quanto mais solitários estamos na jornada, mais livres estaremos. Incrível como muita gente à sua volta pode ser opressor. E caramba, se libertar da idéia de que precisamos de alguém com a gente... Ser livre é ser você, completo sem se deixar instigar, filtrar o que dizem, filtrar quem está perto, filtrar.

sexta-feira, 16 de maio de 2014

Dá uma vontade de correr, correr, correr.... como em Wilderness Downtown do Arcade Fire. Mas quando tento começar, em minhas juntas não existe mais cartilagem amaciando qualquer movimento. Eu forço e os ossos se arranham, barulho como o das unhas sobre parede pintada sem verniz, agoniante, desgastando as células ósseas... Não dá pra correr. Não dá para ficar estática, que o arranhar continua, lembrando que a alma também está riscada, assim mesmo continua se arriscando para se salvar do nada. O nada corrói tudo. Sonhar, insistir, correr mesmo assim ainda leva a qualquer lugar melhor do que isso. Respirar. Amortece também, me lembrei.

terça-feira, 18 de março de 2014

Autoestima.

kkkk.
"Defeitos". Algumas coisas vistas como "defeitos" são o alicerce do carisma e da individualidade expressada. São encantadores, nunca gostei de gente "perfeita". E qualquer pessoa que não acreditar em si mesma com tudo o que é, e o que a constrói como ser pensante e atuante, não vale a pena. Também não vale a pena quem não "acredita" em como ela é, pacote completo. É fácil dizer: "eu gosto disso em vc, odeio isso em vc, dá pra tirar cirurgicamente o que odeio?" Somos inteiros, com coisas ruins, com coisas boas... tentar separar isso em alguém é o cúmulo do egocentrismo. Por vidas equilibradas, pelamor. Não existe nada fácil nesse mundo. Flexibilidade permite leveza, o planeta não gira em torno de mim. Nem em torno de você. Nem do outro. Sejamos leves e mais felizes!

segunda-feira, 10 de março de 2014

Nada, nada.

Lembro de ver o filme "Neverending story", onde me assustou a idéia do "nada", um grande nada, destruir idéias e sonhos. Nada assusta mais que o vazio. Vazio. Melancolia e dor ainda produzem imagens belas e atrativas... bobagens românticas também. Mas o vazio. O Nada. Nos devora a alma. Não dá vontade de voar, nem de gozar, nem de viver, nem qualquer idéia criativa sobre como deixar esse mundo... É a coisa mais assustadora que existe. Quem criou o argumento desse filme sabia o que estava deixando de mensagem. Morremos de anestésicos. Grandes artistas morrendo ao procurar se anestesiar de tudo e de todos. O futuro é o nada. Desejamos o nada. É tudo tão cansativo. Ser ótimo, ser tolo, ser do contra, ser a favor, lutar, todo santo dia para ser quem somos sem medo da fogueira hoje, internética. Virtual, porém queima como qualquer fogo da época da inquisição. Tudo tão ridículo. Procurar liberdade nesse fogo todo. Mais fácil tomar uma cartela de Rivotril, anestesil, puta que parils. Entrar em coma, como se pudéssemos só sentir em volta. Sem decisões, sem ter que provar droga alguma. Sem ter que usar tantas máscaras indesejáveis. Em alguns momentos eu desejo mais o fogo me devorando viva por ser mais honesto. Me queimem, afinal. Fogo purifica. Quem sabe possamos ser salvos para ao menos a próxima encarnação...